Como um santo quebrado, eu hoje sou apenas resto do que já fui. Ou não. Sou o mesmo que sempre fui, vivendo na nostalgia de uma realidade nunca sequer experienciada. Ao mesmo tempo em que faço as perguntas, pergunto se as próprias perguntas são honestas ou apenas forjadas. Toda minha escrita é metalinguística e por causa disso não alcanço mais nenhuma meta. É tudo fragmento, mas não como um gênero escolhido por mim para uma escrita errante. Eu agora estou simplesmente errado.
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