O Brasil está mesmo na moda. Depois do sucesso do longa de animação RIO, que chegou a liderar as bilheterias mundiais nas últimas semanas; e da corte holywoodiana ter descoberto o país como cenário para seus filmes e férias, chegou a vez do homem mais procurado do mundo aportar na cidade maravilhosa. O corpo de Osama bin Laden, terrorista e líder da Al-Qaeda morto essa semana pelas tropas americanas no Paquistão, teve seu corpo lançado ao mar antes mesmo de ser fotografado ou filmado. Essa situação, porém, teria gerado suspeitas de que o líder não havia de fato sido morto e que o anúncio não passaria de mais uma estratégia americana ou de fazê-lo reaparecer ou apenas de amenizar os anseios da população sobre um possível ataque no 11 de setembro desse ano, 10 anos do ataque às torres gêmeas. Mas quem ainda estava na dúvida da veracidade do assassinato de bin Laden pode relaxar porque, ao que parece, mesmo com a crise internacional, Iemanjá ainda não está aceitando corpo de terrorista como oferenda e o "bagulho" foi devolvido nessa segunda nas praias cariocas.
Fonte: Jornal "O Globo" de 02 de maio de 2011. Pág. 37. Caderno de Turismo.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Como um santo quebrado, eu hoje sou apenas resto do que já fui. Ou não. Sou o mesmo que sempre fui, vivendo na nostalgia de uma realidade nunca sequer experienciada. Ao mesmo tempo em que faço as perguntas, pergunto se as próprias perguntas são honestas ou apenas forjadas. Toda minha escrita é metalinguística e por causa disso não alcanço mais nenhuma meta. É tudo fragmento, mas não como um gênero escolhido por mim para uma escrita errante. Eu agora estou simplesmente errado.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Tempos
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Fragmento
Uma camada de pó. É tudo o que o tempo nos oferta: uma imensa camada de pó. Assim sabemos que ele passou e que nada que possamos fazer o impedirá de passar. Mas ele faz ainda mais, dá-nos uma grossa e cinzenta camada de pó, à qual nós, ingênuas criaturas, demos o fantástico nome de história. O pó é nossa origem e nosso fim, diz o Texto. Mas ele se esquece que de pó é feito o próprio caminho.
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