sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Doce dançarina...

Aquele instante de suspense que antecedia um grito e o encontrar dos dois corpos, o dela tão tão pequeno e o dele, não grande, porém maior; aquele instante é agora todo o tempo. Supostamente não há Deus a quem rezarmos por alma de bicho, então me atrevo a renunciar novamente ao céu, que não pode acolher a quem tanto nos deu amor. Não pude me despedir de ti, mas espero novamente dizer olá. Nega, peta, mézinha, dança tua dança, bailarina, até o dia em que nos reencontrarmos. Além.